sexta-feira, dezembro 22, 2006

Votos de um Natal sem stress!


Feliz Natal a todos!

Aqui fica uma foto do presépio cá de casa, onde a Maria desapareceu e temos de encontrá-la até à noite de Natal... Deve ter ido conviver com outras personagens cá de casa, talvez com o Zé e o Vasco criados pela Rita Pinheiro e se tenha perdido... Continuamos à procura.

Ontem recebi um postal feito pela Maria Sousa, que o Vasco pegou e foi logo colocá-lo no nosso pinheiro... Obrigada Maria! Já me conheces tão bem, que me deste o meu presente favorito: trapos para as minhas criações! Obrigada!

Um grande obrigado também à D. Quitéria, que me enviou pela filha mais uns sacos cheios de trapinhos de várias cores e padõres!

E um grande obrigado a todos os que aqui me visitam, claro!

E votos a todos de um Natal sem stress!
Posted by Picasa

3 comentários:

ritapinheiro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
ritapinheiro disse...

feliz Natal Luisa :)

Maria Lua disse...

Luísa,

mas que bonito ficou o postal no teu pinheiro! Agradeço ao Vasco tão gentil gesto!
Quanto ao resto, foi só uma pequenina partilha.
Boas Festas e que o Novo Ano traga o que mais desejas.
Deixo uma pequena prendinha:

Poema de Natal

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

Vinicius de Moraes (19.10.1913 - 9.07.1980)