Aqui está a conjugação que fiz com os tecidos da Susana... Acrescentei alguns verdes, laranjas e amarelos, só para dar algum contraste. Espero que os 3 gostem! Falta acolchoar e forrar, mas reparei agora que, por 20 cm, já não tenho drakalon suficiente! Vai ter de ficar para amanhã...
quinta-feira, março 05, 2009
A colcha do André
Aqui está a conjugação que fiz com os tecidos da Susana... Acrescentei alguns verdes, laranjas e amarelos, só para dar algum contraste. Espero que os 3 gostem! Falta acolchoar e forrar, mas reparei agora que, por 20 cm, já não tenho drakalon suficiente! Vai ter de ficar para amanhã...
segunda-feira, março 02, 2009
Curso de Tecelagem e Tinturaria Natural
A semana passada tive num curso intensivo de Tinturaria Natural e Tecelagem no CEARTE. Intensivo não só porque foi de 2ª a 6ª, todo o dia, mas também porque foi sempre de horário alargado, devido ao entusiasmo de nós, formandas e, particularmente, da formadora, Guida Fonseca. Adorei! A Guida adora o que faz, sabe muito e tem um prazer enorme em nos ensinar tudo o que sabe, dando-nos as ferramentas para fazermos os tecidos que quisermos criar, no futuro. Além disso, é uma excelente formadora, conseguindo manter-nos sempre ocupadas. Aprendi a fazer o debuxo, a urdir, a montar teias, a tecer, a fazer tinturaria natural e fiquei cheia de vontade de arranjar um tear para começar a trabalhar... Portanto, parece que este blog vai passar a ser o Tintas, Trapos e Fios!
Obrigada Guida e até breve!
Obrigada Orenzi Santi, por me emprestares um tear!
Por enquanto, aqui ficam algumas das amostras que fizemos...
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Fui seleccionada!
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
É duro...
Eu deixei de ler revistas e livros sobre crianças... Depois de ler tanta contradição, tantas opiniões diferentes, de me sentir angustiada porque devia ter dito isto e não aquilo, ter feito isto e não aquilo, ter chamado a atenção por isto e não por aquilo, que tomei de princípio que eu errarei muitas vezes, acertarei outras tantas, mas tudo ficará bem, porque eu adoro os meus filhos e eles sabem isso (espero!).
Mas custa muito ser mãe! Quando colocamos os nossos filhos de castigo, parece que ficamos também de castigo e com uma dor cá dentro. Eles não vão à "festa" e nós ficamos com a "festa" estragada!
Por isso, míudos, toca a encher os pais de mimo!
Mas custa muito ser mãe! Quando colocamos os nossos filhos de castigo, parece que ficamos também de castigo e com uma dor cá dentro. Eles não vão à "festa" e nós ficamos com a "festa" estragada!
Por isso, míudos, toca a encher os pais de mimo!
domingo, fevereiro 15, 2009
Uma futura colcha para uma cama de grades
terça-feira, fevereiro 10, 2009
O sítio novo da Rita e da Matilde
No sítio da Rita, quer no antigo, quer no novo, dá vontade de ser novamente criança e passar horas a brincar com aquelas lindas bonecas!
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
06 de Fevereiro - Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina
Deixo aqui um texto da Amnistia internacional sobre a Mutilação Genital Feminina, um acto de selvajaria que todos devemos condenar, neste dia em que se marca a luta contra este atentado à integridade física e psicológica das mulheres.
Campanha “Acabar com a Violência sobre as Mulheres”
A Mutilação Genital Feminina (MGF) é também praticada em Portugal
Portugal é um país de risco relativamente à prática da Mutilação Genital Feminina (MGF), indicou a Organização Mundial da Saúde no ano 2002. Uma realidade que é agora confirmada por um relatório que a Amnistia Internacional Portugal vai lançar na próxima segunda-feira, 9 de Fevereiro, no âmbito das comemorações do Dia Internacional de Tolerância Zero à MGF, que se assinala dia 6. O estudo foi realizado por Sandra Marisa Pereira Rendall Piedade, no âmbito do seu Mestrado em Psicologia Social e das Organizações pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.
Em todo o mundo, aproximadamente 140 milhões de mulheres já foram vítimas de Mutilação Genital, um crime e uma violação grave aos direitos humanos. O Estado português já tipificou a MGF como um delito punível com pena de prisão, na revisão ao Código Penal de 4 de Setembro de 2007, apesar de não fazer referência expressa à terminologia. Assim, indica o artigo 144.º que se classifica como Ofensa à Integridade Física Grave “quem ofender o corpo ou a saúde de outra pessoa de forma a tirar-lhe ou afectar-lhe, de maneira grave, a capacidade de (...) procriação ou de fruição sexual”. É o que acontece com a MGF.
Refira-se que há várias formas de mutilação genital, desde o corte parcial ou total do prepúcio do clítoris até à denominada infibulação, que consiste na remoção de parte dos grandes lábios e na junção dos dois lados, deixando um pequeno espaço por onde passa a urina e o fluxo menstrual. Todas elas resultam, comprovadamente, na ausência de prazer sexual para a mulher, mas podem trazer ainda muitas outras complicações, que são mencionadas no relatório da AI, como: infecções, retenção da urina, menstruações e relações sexuais dolorosas, quistos, abcessos, rasgões no períneo, anemia, entre outras, que podem mesmo resultar na morte da vítima. São também comuns complicações durante o parto.
As mutilações genitais são tradição em várias partes do mundo, mas mais particularmente em África, onde há países – como a Somália, o Djibuti e o Sudão – onde mais de 90% da população feminina é submetida à MGF. Esta processa-se no chamado Ritual do Fanado, quando as raparigas (entre os 4 e os 12 anos) são levadas para locais distantes, deitadas, imobilizadas e mutiladas, numa prática que demora aproximadamente 20 minutos e onde não há recurso a anestesia. Grave é também o facto de a mutilação ser feita com materiais não esterilizados, entre eles: pedaços de vidro, canivetes, lâminas de barbear, navalhas e unhas.
Para as vítimas de Mutilação Genital Feminina não há escolha, uma vez que nas comunidades onde estão inseridas este é um ritual de passagem à idade adulta sem o qual as raparigas não estão preparadas, ou “limpas” e “puras”, para casar. Se alguém recusar a MGF, é automaticamente posta de lado, ficando, como muitas referem, “sem ter voz” e com possibilidades reduzidas de casamento. Para além disso, a honra da família fica manchada e a coesão social da comunidade posta em causa.
É esta a realidade cultural que está por detrás da MGF e que muitos profissionais da saúde portugueses desconhecem – e, muitas vezes, condenam –, não estando preparados para lidar com as pacientes vítimas desta prática criminosa. Uma realidade que ficou provada com o estudo que a Amnistia Internacional Portugal vai agora lançar e que estará disponível em www.amnistia-internacional.pt (área de “Campanhas”/”Mulheres”).
Campanha “Acabar com a Violência sobre as Mulheres”
A Mutilação Genital Feminina (MGF) é também praticada em Portugal
Portugal é um país de risco relativamente à prática da Mutilação Genital Feminina (MGF), indicou a Organização Mundial da Saúde no ano 2002. Uma realidade que é agora confirmada por um relatório que a Amnistia Internacional Portugal vai lançar na próxima segunda-feira, 9 de Fevereiro, no âmbito das comemorações do Dia Internacional de Tolerância Zero à MGF, que se assinala dia 6. O estudo foi realizado por Sandra Marisa Pereira Rendall Piedade, no âmbito do seu Mestrado em Psicologia Social e das Organizações pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa.
Em todo o mundo, aproximadamente 140 milhões de mulheres já foram vítimas de Mutilação Genital, um crime e uma violação grave aos direitos humanos. O Estado português já tipificou a MGF como um delito punível com pena de prisão, na revisão ao Código Penal de 4 de Setembro de 2007, apesar de não fazer referência expressa à terminologia. Assim, indica o artigo 144.º que se classifica como Ofensa à Integridade Física Grave “quem ofender o corpo ou a saúde de outra pessoa de forma a tirar-lhe ou afectar-lhe, de maneira grave, a capacidade de (...) procriação ou de fruição sexual”. É o que acontece com a MGF.
Refira-se que há várias formas de mutilação genital, desde o corte parcial ou total do prepúcio do clítoris até à denominada infibulação, que consiste na remoção de parte dos grandes lábios e na junção dos dois lados, deixando um pequeno espaço por onde passa a urina e o fluxo menstrual. Todas elas resultam, comprovadamente, na ausência de prazer sexual para a mulher, mas podem trazer ainda muitas outras complicações, que são mencionadas no relatório da AI, como: infecções, retenção da urina, menstruações e relações sexuais dolorosas, quistos, abcessos, rasgões no períneo, anemia, entre outras, que podem mesmo resultar na morte da vítima. São também comuns complicações durante o parto.
As mutilações genitais são tradição em várias partes do mundo, mas mais particularmente em África, onde há países – como a Somália, o Djibuti e o Sudão – onde mais de 90% da população feminina é submetida à MGF. Esta processa-se no chamado Ritual do Fanado, quando as raparigas (entre os 4 e os 12 anos) são levadas para locais distantes, deitadas, imobilizadas e mutiladas, numa prática que demora aproximadamente 20 minutos e onde não há recurso a anestesia. Grave é também o facto de a mutilação ser feita com materiais não esterilizados, entre eles: pedaços de vidro, canivetes, lâminas de barbear, navalhas e unhas.
Para as vítimas de Mutilação Genital Feminina não há escolha, uma vez que nas comunidades onde estão inseridas este é um ritual de passagem à idade adulta sem o qual as raparigas não estão preparadas, ou “limpas” e “puras”, para casar. Se alguém recusar a MGF, é automaticamente posta de lado, ficando, como muitas referem, “sem ter voz” e com possibilidades reduzidas de casamento. Para além disso, a honra da família fica manchada e a coesão social da comunidade posta em causa.
É esta a realidade cultural que está por detrás da MGF e que muitos profissionais da saúde portugueses desconhecem – e, muitas vezes, condenam –, não estando preparados para lidar com as pacientes vítimas desta prática criminosa. Uma realidade que ficou provada com o estudo que a Amnistia Internacional Portugal vai agora lançar e que estará disponível em www.amnistia-internacional.pt (área de “Campanhas”/”Mulheres”).
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Tapete para a casa-de-banho
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Mais um pufe todo remendado!
terça-feira, janeiro 27, 2009
Como fazer um saco do pão
Vi a menção a este post no blog da Rosa Pomar e aqui o coloco também porque explica muito bem como fazer um saco-do-pão...
quinta-feira, janeiro 15, 2009
A 5ª cama da Cuca

Quando a Cuca veio para nossa casa, fiz-lhe uma almofada de veludo azul e rosa, que ela se encarregou de destruir rapidamente! E estava tão catita! Depois, resolvida a só lhe fazer outra linda almofada após a adolescência, dei-lhe uma almofada velha do sofá e pus um trapo por cima... Primeiro fez um xixi na cama e substituí-lhe a almofada, lavando o trapo... De seguida, fez o que aqui se vê! Depois passou a dormir no tapete da cozinha que despedaçou num das suas fúrias de pré-adolescente. Durante uns dias, só teve direito a um mini tapete velho, ainda da nossa primeira casa... Mas está muito frio e lá cedi a juntar dois panos que me deram de fazenda branca e rosa (com missangas bordadas!) e fazer esta nova almofada, improvisada, sem qualquer pormenor, esperando que aguente todas as crises de adolescência da Cuca.
Só tem 9 meses... Segundo os especialistas, só deixam de roer aos 2 anos!
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Um abajour bem legal!
Vejam este vídeo de como fazer um abajour a partir de jornal e cola, bem legal!
http://reciclagem-artesanato.blogspot.com/search/label/abajur
http://reciclagem-artesanato.blogspot.com/search/label/abajur
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Porta-chaves
sábado, dezembro 27, 2008
Presépio 2008
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Hoje na Feira do Braço de Prata, Domingo na Estrela
terça-feira, dezembro 16, 2008
Postal de Natal

Este ano sou representante dos pais e encarregados de educação da escola do Zé no Conselho Geral Transitório do agrupamento. No total somos 21, entre pais, professores, pessoal não-docente e representantes da comunidade. Entre estes, formou-se uma comissão permanente de 7, onde estou incluída, para conduzir o processo de eleição do futuro Director do Agrupamento de Escolas. Este processo levou-nos a muitas reuniões, a horas e horas de trabalho, mas com grupo tão divertido, que mesmo a nossa última reunião enquanto comissão permanente, que durou até às 2:25 da manhã, deixou-nos de rastos, mas já um pouco nostálgicos! Aprendi imenso sobre a Escola e conheci pessoas que estão no ensino por vocação e com vontade de mudar as coisas que não estão bem... E isso, claro, tranquiliza-me enquanto mãe.
Hoje, depois de ontem termos jantado uma pizza na tal reunião das 2:25 da manhã, recebemos o mais original postal de Natal de sempre do Prof. Eduardo, o qual não resisti a deixar de vos mostrar!
terça-feira, dezembro 09, 2008
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