sexta-feira, março 03, 2006

Um sacola para a Ana



Uma sacola rústica para a Ana, com retalhos novos vindos da fábrica de batas da irmã da Laura... Obrigado!

quarta-feira, março 01, 2006

Um pufe para o João



O meu sobrinho João fez 13 anos na 2ª feira e eu ofereci-lhe este pufe. Apostei na ganga, nalguns tons de veludo e nas chitas aos quadrados, para dar um ar de rapazola adolescente.

Aqui também estou eu a encher os pufes (o outro é para a minha mãe) com a minha nova técnica: amarro os sacos ao tecto e corto-os por baixo... Mesmo assim, tenho de ter sempre o aspirador ao lado, para quando entorna...

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Marie Claire Idées Concours

A revista Marie Claire vai promover um concurso de sacos originais este ano. Eu vou enviar um!

Outro dia sempre tentei ganhar um CD da Jacinta na Antena 1... Acertei na resposta, mas não fui uma das 15 primeiras... Bolas! Se o meu saco chegar entre os 600 primeiros sempre ganho um livro, por isso, segue já amanhã!

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Uma manta para o Ricardo




Para não mais se queixar de que a cama é fria, fiz uma manta com alguns dos retalhos de fazenda que a D. Quitéria me deu, acolchoada, para oferecer ao meu marido lindo no dia dos namorados... A oferta só foi acabada ontem, mas a intenção é que conta! Ele adorou e eu também. O patchwork com fazendas também resulta muito bem. Dá mais trabalho que uma manta em retalhos de chita, porque a máquina de costura corre pior...

Como os retalhos da D. Quitéria ainda são muitos, para quem quiser encomendar segue para a loja!

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

BROKEBACK MOUNTAIN


No sábado tivemos o nosso tão ansiado sábado de namoro. E fomos ao cinema ver o filme "Brokeback Mountain". Gostei muito do filme, embora não fosse o filme que me apetecesse ver num tão esperado sábado de namoro... Passei o filme angustiada, pela angústia de dois homens que se amam e têm de esconder o que sentem, mentir e viver vidas paralelas. O receio que eu senti todo o filme de que eles fossem descobertos e humilhados, será porventura o receio e a angústia que todos os casais homossexuais sentem no nosso país e na maioria dos países do mundo.

Quando é que vamos deixar de julgar e discriminar os outros porque são diferentes de nós? Porque é que não aceitamos os casamentos homossexuais? Porque é que se considera que é um assunto para mais tarde, que não preocupa a maioria dos portugueses e há leis a modificar mais urgentes? Porque se formos pensar assim, bem podem esperar as minorias, sejam elas quais forem!

Talvez não tenha muito a ver, mas este filme e todas as sensações que me causou, fez-me lembrar uma história que se passou comigo. Numa 6ª feira de carnaval, portanto com pouca gente mascarada na rua ainda, o meu amigo Luís fazia anos e convidou-me para um jantar no Bairro Alto. Eu e a Ana, colega de faculdade e madrinha de casamento, pintámos a cara e as mãos com um castanho claro, cobrimos os cabelos com um lenço e ficámos tal qual duas mulatas giraças (houve quem me aconselhasse depois a mudar de raça!). E lá fomos nós, para a festa. Entrámos num táxi e logo o condutor acendeu a luz, fixando-nos durante alguns segundos, de sobrancelha franzida... Depois desligou a luz, arrancou e disse "Desculpem, pensava que eram pretas!". Devíamos ter saído do carro, mas ficámos tão estupefactas que não dissemos nada...

Não deixo de pensar no que será o dia-a-dia dos homens e mulheres de raça negra no nosso país... Se eu, nas únicas 5 ou 6 horas que deixei de ser branca, fui discriminada!

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Há uma coisa que me anda a fazer muita confusão... Quando andava a estudar, sempre me foi ensinado que os herbicidas, sejam eles quais forem, têm sempre efeitos nefastos. Só depois de se pesarem os seus pós e contras, se deve recorrer, ou não, ao seu uso.

Tenho visto usá-los de uma forma abusiva nos passeios, onde poderia usar-se o sal ou mesmo a monda térmica, aconselhada pelos adeptos da agricultura biológica. Mas nas bermas de estradas de campos de cultivo ou de matos, acho um perfeito disparate... Não existem os limpa-bermas?Já alguém estudou o efeito real destes herbicidas sobre a flora e a fauna autóctone?

Às vezes fico mesmo triste... Parece que tudo em Portugal é resolvido do modo mais fácil, não interessando as suas implicações. Terá algum fundamento relacionar esta questão com o porquê de haver cada vez mais gente com alergias várias e mais crianças vítimas de cancro?

Quanto ao meu jardim, parte dele continua invadido por erva, boa e má, por falta de tempo e por me recusar a usar herbicidas. Que se use na agricultura intensiva, admito que é discutível, mas onde queremos um espaço de lazer e de usufruto para todos, acho mais saudável o uso do sacho e de muita paciência... Algo que tenho de pedir aos meus vizinhos! Mas quando colher as abóboras, saberei o que estou a comer.

Bem, amanhã vou mandar uns mails para a Câmara Municipal e para algumas associações de defesa do ambiente, talvez ajude ou me esclareça... Agora vou dormir, que amanhã há muita erva para arrancar.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Na ilha das Flores


Tal como a Conceição Carvalho, a primeira vez que eu vi patchwork com tecidos recortados em círculo foi nos Açores, mas na Ilha das Flores, Aldeia da Cuada. Uma das filhas dos donos deste turismo de aldeia (Espectacular!) fazia vários tipos de patchwork (lindíssimos), incluindo colchas com retalhos cortados em círculos, mais ou menos ovais, cosidos à mão!
Eu ainda só fiz malas e almofadas com este desenho e sempre à máquina... Lembro-me que quando comecei a fazer patchwork, há cerca de 3 anos, não conseguia coser à máquina em redondo, mas fui-me aperfeiçoando com a prática, até que fiz a minha primeira mala na Feira de Artesanato de Sintra, em agosto passado, vendida mal a pendurei no expositor (um cabide do quarto dos meus filhos).
A foto é um pormenor da mala que fiz para a Carla.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Mais 4 individuais para a Marta



A Marta gostou muito dos primeiros quatro individuais que lhe fiz e pediu-me mais 4, nos mesmos tecidos. Alguns dos tecidos já tinham acabado, porque eram apenas pequenos retalhos que me deram. Juntei novos tecidos aos antigos e espero agora que a Marta goste!

De há uns tempos para cá comecei a ouvir a Antena 1, pondo de lado a TSF... Gosto muito de ouvir os fóruns e irrita-me a quantidade de vezes que os da TSF são interrompidos, ouvindo-se sempre menos opiniões do que o desejável (principalmente no Forum Mulher). Estou a gostar de ouvir a antena 1, nomeadamente os programas "Amor é..." do Júlio Machado Vaz, "Portugal em Directo" e "Antena Aberta" da Eduarda Maio. Só me chateia é ouvir as mesmas notícias vezes sem conta, muitas das quais demasiado empoladas pelos nossos orgãos de comunicação social.
Quanto à música, umas agradam-me, outras não tanto, mas até vou achando graça a algumas que não oiço propositadamente, mas estão-me na memória... Hoje ouvi a Dora cantar "Não sejas mau para mim" seguida da Adriana Calcanhoto com a lindíssima "Fico assim sem você".
Bem, tem-me sabido muito bem ouvir rádio, tendo mesmo colocado os CD's de parte. A princípio foi uma questão de obrigatoriedade, visto que a aparelhagem que tenho no quarto onde trabalho tem o leitor de cd's avariado, desde que o Zé era muito pequenito e tudo o que encontrava lá tentava meter... Mas agora é mesmo opção, porque a rádio faz mais companhia. Ando mesmo tentada a começar a participar nos fóruns e a tentar a sorte nos bilhetes para o teatro, cinema ou espectáculos de música.

Bem, agora tenho de ir buscar os putos à escola... Será que o Vasco hoje vai querer pôr o gorro?! Será que a Anna e o Zé vão o caminho todo a empurrar-se no carro?!... Respirar fundo, 'bora!

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Uma sacola para a Ana



Não tenho a certeza, mas penso que a Ana chegou ao meu trabalho a partir do blog da Dina Ladina... Aqui está a sacola que a Ana encomendou. Espero que goste!

Murcon

Fui visitar o blog do meu vizinho, depois de um simpático comentário sobre o polícia do Zé, e reparei no link para o blog do Júlio Machado Vaz (de nome Murcon)... Muitas vezes oiço a antena 1, enquanto estou a trabalhar, e é sempre com prazer que oiço o seu programa. Seja qual for o tema sobre o amor, é sempre discutido de uma forma tão bem-disposta que me faz sorrir.

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Sacolas para as primas


Hoje também acabei as sacolas para as primas do Ricardo (prendas de Natal que têm estado à espera, visto que só as vamos ver este fim-de-semana...).

Patrocinadas pela D. Quitéria, gostei do resultado.

Para encomendas, vão já para a loja!

Cachecol




Hoje fiz dois cachecóis... O primeiro achei que ficou um pouco áspero daquele toque de fazenda. O segundo ficou com um lado em veludo laranja, bem agradável ao pescoço... mas talvez tenha ficado demasiado teso... (as fotos estão trocadas).

São para uma amiga... Se ela não se entender com algum deles, faço-lhe uma mala, que era a prenda prevista, antes de me lembrar do cachecol.

terça-feira, janeiro 31, 2006

O Polícia


Ontem o Zé desenhou este polícia e eu adorei o desenho! Eu sei que sou mãe dele, mas acho que o desenho está um espectáculo para uma criança de 4 anos, cheio de pormenor! Mais um para a parede cá de casa!

Agora que já fui uma mãe querida e orgulhosa dos meus filhos, vou desabafar as minhas angústias maternais...

Quando o Zé tinha 3 anos, pensei estar a assistir (e a participar) às maiores birras alguma vez registadas na nossa história... Uma das mais surrealistas foi a de 40 minutos a berrar para eu lhe colar as unhas que tinha acabado de cortar!

Mas enganei-me! E enganaram-se também os psicólogos que pensam que os 3 anos são a idade da birra!
Ontem o Vasco, de 2 anos, que sempre me faz uma festa quando o vou buscar à escola, não me ligou nenhuma e não queria vir, porque a educadora tinha acabado de pôr um filme que ele queria ver... Eu e o Zé ainda simulámos uma ida embora, mas sem qualquer reacção, pelo que tive de o ir buscar ao colo... A partir daqui foi o fim! Berrava que queria a " 'cola", esperneava e foi até ao carro agarrado pela cintura como se fosse um molho de livros. No caminho da escola até casa tirou um sem número de vezes o cinto, pelo que tive de parar o carro um sem número de vezes igual... Quando finalmente chegámos a casa, o espectáculo continuou para a vizinhança e só acalmou com uma bem haja chucha!

Epílogo: A chucha estraga os dentes dos filhos, mas preserva a sanidade mental dos pais!

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Estojos




Tendo alguns pedidos para estojos, hoje dediquei-me a eles... Seguem para a loja!

Uma angústia... Quando saí da escola, lá ouvi a educadora da sala dos 3 anos dizer a uma mãe que há um vírus de gastro na escola... Será que vamos ter fim-de-semana?!...

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Uma prenda de Natal...


Pelo Natal, dei à minha irmã um vale de 3 almofadas e um pufe... Já no final de Janeiro, aqui está a primeira almofada, feita com pedaços de gangas, sarjas, veludos e pelúcia. Gostei bastante do resultado! Para quem quiser encomendar, segue já para a loja!

segunda-feira, janeiro 23, 2006

A gata Bolha


A Patrícia recebeu um pufe meu no Natal... Gostou muito, mas quem mais o goza é a gata Bolha!

Obrigada Patrícia pela foto e pelas palavras tão simpáticas!

E aqui fica também uma sugestão da Patrícia, para quem gosta de coisas giras e coloridas: o blog da Filipa

sábado, janeiro 21, 2006

Carla Pott

Para quem gosta de ilustrações de livros infantis, porque não espreitar o blog da Carla Pott?! Eu adoro!

quinta-feira, janeiro 19, 2006

Quando é que acaba o Inverno?!

Eu gostava muito do inverno, agora já não. "Agora" é desde que tenho filhos. Agora o inverno é sinónimo de viroses, bronquiolites, gastroenterites, infecções respiratórias, e sei lá que mais... nem quero saber!

Hoje passei mais um dia no Hospital, horas intermináveis à espera de um xixi que, no final (4 horas depois), teve de ser feito com uma sonda! Felizmente não é mais uma bronquiolite (que o Vasco teve há uma semana e poucos dias), nem uma infecção urinária (que nós tememos desde que ele nasceu) ... é apenas uma virose... Vírus: coisinhas que nem células são, mas dão-nos cabo da vida!

Agora dorme. Está esgotado e, finalmente, sem febre. Espero que amanhã já esteja menos quebrado e mais alegre... Apesar de eu estar sempre a chamá-los terroristas e vezes sem conta perguntar-me "Mas como é que eles se lembram de todas estas asneiras!? Porque é que estão sempre a fazer birras!? Porque é que não conseguem brincar sem se zangarem!?" é tudo isto melhor que os ver doentes e esgotados.

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Uma sacola para a Carla



Também atrasada, aqui está ela! Espero que a Carla goste...

4 Individuais de mesa para a Marta



Muito atrasados, aqui estão eles! Espero que a Marta goste...